sexta-feira, 27 de maio de 2011

Pug: um adorável brincalhão!

Supercompanheiro, o pequeno Pug é excelente na arte de fazer amigos e conquistar fãs incondicionais.







Nós já tinhamos três cachorras (duas boxer e uma vira-lata) e há alguns meses ganhamos um pug. É uma raça apaixonante! É impressionante o quanto ele é companheiro, bagunceiro e carinhoso! Para onde nós vamos ele vai atrás, não fica sozinho nunca se tiver alguém em casa. Estamos completamente apaixonados pelo nosso pug, o Zac, ele conquistou toda a família, até mesmo minha mãe, que nunca gostou de cães, hoje pega ele no colo e beija! 
Ele faz de tudo para chamar a atenção de todos e adora brincar, com qualquer coisa que ele encontrar no meio do caminho. Eles são muito engraçados e fazem de tudo para a gente dar risada, e com o meu, eu morro de rir...
É uma raça adorável e pra quem gosta muito de cachorro, recomendo! 
Vou postar aqui algumas informações sobre esse adorável bagunceirinho...

Origem da raça:

De origem chinesa, o PUG foi levado à Holanda por volta do século XVI pela Companhia Mercante de Navegação Holandesa, dita Companhia das Índias, e foi bastante apreciado pelas damas da sociedade como cão de colo. Depois chegou à Inglaterra que o adotou e mais tarde redigiria o seu padrão.  Antes, porém, no início do século XVII, já era difundido em vários países europeus como Itália, França, Espanha e Alemanha. Sempre tido como animal de estimação da nobreza e alta sociedade, sua trajetória remonta os episódios com Napoleão Bonaparte, Willian the Silent, o rei da Holanda e mais recentemente com o Duque de Windsor.

Contudo, sua origem permanece menos certa que os serviços que presta. Ele pode ter ascendência asiática ou européia e o nome provavelmente pode se referir a um tipo de sagüi de aparência (também chamado de Pug).

Possui também outros nomes como por exemplo: Mops do verbo "Moppen" que significa "de aspecto franzido", na Alemanha.

Os ingleses o batizaram de Pug ou "Pug-Dog", isto é "coisa diminuta", "cão diminuto".

O nome Carlino ou Carlini foi usado pela primeira vez na França, pelo aspecto cômico, curioso e mal-humorado ao mesmo tempo, que lhe conferem as rugas e a pigmentação particular do rosto, o nome de um ator, célebre no papel de Arlequim, com o qual o rosto redondo, com mascara preta, revelava certa afinidade.

No Brasil a difusão da raça ainda é muito pequena, mas basta que seja um pouco divulgada para demonstrar seu potencial de carisma que há muito já foi descoberto pelo mundo.